16 de julho de 2008

Ler é um Prazer


Um livro pode acompanhar-te...onde quer que estejas!

11 de julho de 2008

Experiência de leitura


GONZALEZ, Maria Teresa Maia, Dieta e Borbulhas, Lisboa, Difel, 2003

Este livro fala da história de duas irmãs muito diferentes. A Sara tem 14 anos e um corpo formidável e invejado por todos. Porém, a sua irmã Catarina, com 15 anos, considera-se muito gorda e faz dietas extremas. Com a chegada do Verão, ela não queria que as pessoas, especialmente o Miguel, o seu grande amor, a vissem naquele estado. A mãe, preocupada com a sua filha, leva-a a um Psicólogo, o Dr. Elias, que a ajuda nesta etapa difícil da sua vida. Catarina acaba por ser hospitalizada, mas é visitada pelo seu amigo Afonso, que também tinha estado internado recentemente devido a um cancro. Quando o seu amigo Afonso morre, Catarina fica muito triste e aprende que toda a gente é diferente e temos que aceitar essas diferenças.
A personagem de que mais gostei foi do Doutor Elias, pois era simpático e muito atencioso para com a Catarina. Não gostei da sua irmã, porque era má para a Catarina e só lhe chamava “gorda”, o que a tornava ainda mais infeliz.
Desagradou-me o desfecho da história, pois o amigo da Catarina faleceu, o que foi muito triste.
Aconselho este livro aos meus amigos, porque ensina os jovens a terem cuidados e a não cometerem certos erros como a Catarina. De facto, se uma pessoa acha que está gorda deve praticar desporto e ter uma alimentação saudável em vez de fazer dietas perigosas.


Filipa Rosa, 7ºB

4 de julho de 2008

Experiência de leitura



GONZALEZ, Maria Teresa Maia, Recados da Mãe, 3ª edição, Lisboa, Verbo, 2007

O assunto deste livro é a história de duas irmãs, a Clara e a Nônô, muito unidas que perdem a sua mãe num acidente de viação. Entre estas irmãs existe muita cumplicidade e uma grande capacidade de enfrentar os problemas que acontecem nas suas vidas. Vão viver para a quinta da sua avó, onde aprendem muitas coisas e ficam lá muito tempo. Alguns anos depois separam-se, indo Clara para Moçambique Ficaram cerca de 20 anos sem se verem e, depois de tanta saudade, voltam a encontrar-se. A partir daí nunca mais perdem o contacto uma com a outra apesar de viverem muito longe.
Gostei muito da Nônô, porque era uma menina querida que, apesar de ser nova, tinha muita calma e uma grande capacidade de enfrentar os problemas. Não gostei da tia Amélia, pois era um pouco antipática e racista. Por vezes, não aceitava as ideias das netas e era chata.
Agradou-me o desfecho desta história porque elas se reencontraram e ficaram unidas e felizes para sempre.
Daniel Marques, 7º B

1 de julho de 2008

Conheces o escritor pontessorense?



Garibaldino de Andrade, "professor de meninos". ( Ponte de Sor, 1914 - 1970 )
O que do legado intelectual de Garibaldino de Andrade chegou à Escola, através de selectas, enciclopédias e dicionários de literatura, foi a referência como figura marcante do neo-realismo português, centrado no homem e na terra do Alentejo, e em Angola, à sua acção como inspirador e co-fundador da primeira editora que, há quase cinquenta anos, praticou a lusofonia, - a "Imbondeiro"- publicando exclusivamente autores de língua portuguesa, consagrados e iniciados. E a outra menção que se faz , ao correr da biografia, de ter sido professor do ensino primário, está longe de contemplar o desempenho precursor que ele teve enquanto "professor de meninos" (como gostava de se designar) na sua "escolinha" da Palanca, povoação agrícola de forte implantação europeia próxima da cidade angolana de Sá da Bandeira, onde foi colocado quando se transferiu do Alentejo para Angola, em 1953.
Cinquenta anos passados sobre o nosso primeiro encontro, naquela mesma cidade, em 1957, onde permaneceu até poucos meses antes de regressar a Portugal, para tratamento de uma doença incurável que teve o desfecho esperado em Fevereiro de 1970, seria imperdoável não "trazer" a um jornal como a "PÁGINA" a memória de um "professor de meninos" para quem a Escola não servia apenas para ensinar a ler, escrever e contar, - da mesma maneira como o tinham ensinado a ele – mas também para mostrar caminhos no grande mundo .
A brincar, falando sério, citava a propósito aquele que fora seu professor no Liceu de Portalegre, José Régio, a quem dedicara o primeiro livro, Vila Branca:
*
"Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada"...
*
Diga-se que Garibaldino de Andrade, além de escritor notabilizado por uma escrita perfeccionista, editor e livreiro com um sentido de "missão" numa Angola ainda não desperta do sono colonial, foi um dos professores primários que, no Ultramar, aderiu à ideia da "escola nova", aplicando o "método global" (só entronizado na Metrópole após o 25 de Abril), mas já com uma abrangência que alguns colegas e encarregados de educação "tradicionalistas" consideravam "bizarra". Contudo, outros colegas havia: aqueles que, com ele, lançaram uma colecção de textos didácticos inovadores, intitulada, emblematicamente, "Colecção Primavera", editada pela "Imbondeiro", que chegou a ser distribuída com sucesso em Portugal. Foram seus autores, além de Garibaldino, Almeida Abrantes, Brito de Figueiredo e António Henriques Carneiro.
"Bizarramente", o ecologista Garibaldino levava os seus alunos, nas manhãs de sábado, a cuidar da horta e dos animais que alimentavam a cantina escolar, acompanhando o desenvolvimento das plantas, o nascimento dos pintos e dos coelhos e, na matança festiva do porco, comparando as suas vísceras com as do homem... Quando dessa prática chegou uma queixa à Direcção Escolar Distrital, formulada pelos paizinhos que, sendo agricultores, educavam os filhos para funcionários públicos, com direito a gravata e mãos de veludo, respondeu aristotelicamente que semeando hortícolas, plantando fruteiras e observando os bichos domésticos os alunos faziam trabalhos manuais e aprendiam, ao vivo, ciências da natureza.
Para Garibaldino a "escola nova" já era "pós-moderna"... Assim a classificaria certamente o professor holandês da Universidade de Han, Jacques Overhoff, que a "PÁGINA" entrevistou há tempos, na qual defendia a necessidade urgente de uma educação ambiental, antes que acontecesse o "desastre" ecológico previsível para quando se esgotasse o tempo do "relógio biológico acelerado" regulador duma sociedade que não se dava conta de que quanto mais se afastava da natureza mais dependente se tornava da farmácia, onde, em último recurso, ia buscar os produtos compensatórios criados pela indústria para colmatar a perda ou desactivação das energias naturais.
Hoje, e certamente não esquecido das proposições de Hubert, Claparède, Ferrière ou Freinet e outras que terá seguido após a sua formação na Escola do Magistério de Coimbra, Garibaldino diria certamente que delas fizera a síntese da "escola necessária" para transmitir o admirável sentido da "placenta" terreal em que se formara o ser humano, pensando que um "professor de meninos" deveria ensinar sempre aos seus educandos, não com a visão baconiana catastrofista de que "coisa alguma perdura, tudo passa", mas, como "corrigia" o Eclesiastes: "tudo passa, só a terra fica." E como advertência de que o futuro estava na mão do homem, evocaria uma reflexão de Einstein, salvo erro, segundo a qual quando as abelhas desaparecessem da face da Terra (pelas suas conexões com os organismos vivos) o homem desapareceria a seguir. »

Autor do Artigo
Leonel Cosme
Escritor - Jornalista, Porto

Mais informações em:
Produção Científica NacionalProdução Científica Portuguesa em Ciências Sociais e Humanas: publicações em revistas nacionais e estrangeiras 1989-2001 \ Ficha de Artigo
Título:
Garibaldino de Andrade em Angola : um destino inquietante
Autor(es):
Cosme, Leonel




25 de junho de 2008

Sugestão de Leitura - Françoise PERRUDIN



Françoise, PERRUDIN, Civilizações Antigas




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22 de junho de 2008

Experiência de leitura



GONZALEZ, Maria Teresa Maia, Os Campistas, 2ª edição, Lisboa, Verbo, 2005

Este livro conta a história do Diogo, um rapaz que não conhece o avô paterno, com quem o seu pai cortou relações há muito tempo. Porém, ao receber uma carta do seu tio Francisco, o Diogo fica a saber que o seu avô está vivo e está num lar. Apesar de não ter muito apoio familiar, Diogo vai visitar o avô que fica a conhecer bastante bem. Ele acaba por ter a ideia fantástica de ir acampar com o avô, mas como este tem um problema de saúde, acampam no quintal do Diogo, num fim-de-semana em que os seus pais não estão em casa.
A personagem de que mais gostei foi o avô do Diogo, pois foi simpático e teve uma boa atitude para com o neto, mesmo não se dando bem com o filho. Por outro lado, não gostei do pai do Diogo, porque cortou relações com o seu próprio pai e isso não está certo.
O momento da acção que eu gostaria de ter vivido foi quando o Diogo encontrou uma pessoa de família que não conhecia, porque acho que devemos conhecer todos os elementos da nossa família e termos um bom relacionamento.
Aconselho este livro aos meus amigos, porque é interessante, as personagens conseguiram alcançar os seus objectivos e é um livro pequeno e de fácil leitura.


Daniela Bispo, 7ºA

18 de junho de 2008

INFORMAL N.º 3



Já pode ler:



Plano Escolar de Leitura da ESPS

(IN)FORMAL 3