25 de dezembro de 2008

Folia de Reis

A Folia de Reis é um festejo de origem portuguesa ligado às comemorações do culto católico do Natal que, trazidos para o Brasil, mantém-se vivo nas manifestações folclóricas de muitas cidades. Mantendo a tradição, durante todo o mês de dezembro, foliões e mestres da folia percorrem as cidades ou a zona rural por ocasião do Ciclo Natalino A peregrinação começa no dia 3 de dezembro, e vai até 7 de janeiro de 2007.

A Folia de Reis é comemorada, geralmente, no período de 24 de dezembro, véspera de Natal, a 6 de janeiro, Dia de Reis. Um grupo de “cantadores” e instrumentistas percorre a cidade ou sítios entoando versos de festejos à visita dos Reis Magos ao Menino Jesus. Os versos declamados são preservados de geração em geração por tradição oral. Os instrumentos utilizados são, viola, violão, sanfona, reco-reco, chocalho, cavaquinho, triângulo, pandeiro e outros instrumentos. Os personagens: mestre, contra-mestre, 3 Reis Magos, palhaço, e foliões. Todos trajam roupas muito coloridas coloridas.


http://www.cultura.gov.br



Folia de Reis Astorga e Londriana - parte 1



Folia de Reis Astorga e Londriana - parte 2

Folia de Reis Astorga e Londriana - parte 3

Folia de Reis Astorga e Londriana - parte final


25 de dezembro

(Música de Folia de Reis muito cantada em todo o Brasil)




O Cálice Bento

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23 de dezembro de 2008

Mensagem Natalina

Quisera, Senhor, neste Natal, armar uma árvore dentro do meu coração e nela pendurar, em vez de presentes, os nomes de todos os meus amigos.

Os amigos de longe e os de perto, os antigos e os recentes, os que vejo todos os dias e os que raramente encontro;

Os sempre lembrados;

Os que ficam esquecidos;

Os constantes e os intermitentes;

Os das horas difíceis e os das horas alegres;

Os que, sem querer, eu magoei, ou, sem querer, me magoaram;

Aqueles a quem conheço profundamente e aqueles de quem me são conhecidas apenas as aparências;

Os que pouco me devem e aqueles a quem muito devo;

Meus amigos jovens e meus amigos velhinhos;

As crianças, minhas amigas queridas, as mães das labutas da vida;

Meus amigos, homens maduros, também nas lutas de cada dia;

Meus amigos humildes e os amigos importantes;

Os nomes de todos os que já passaram pela minha vida;

Os que me admiram e me estimam sem eu saber;

E os que eu amo e estimo sem lhes dar a entender;

Quisera, Senhor, neste Natal, armar uma árvore de raízes muito profundas para que os seus nomes nunca mais sejam arrancados da minha vida;

Uma árvore de ramos muito extensos para que novos nomes, vindos de todas as partes, venham juntar-se aos já existentes;

Uma árvore de sombra muito agradável para que a nossa amizade seja um monumento de repouso no meio das lutas da vida.

Autor desconhecido


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Meu Conto de Natal


Tenho o hábito de guardar meus desenhos. Ainda bem, assim posso contar um fato curioso sobre um desenho e mostrá-lo para você. Leia "Meu Conto de Natal".

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18 de dezembro de 2008

Embolada - Caju e Castanha


Gênero musical que teve origem no Nordeste brasileiro, aparecendo mais freqüentemente na zona litorânea e mais raramente na zona rural, suas características principais incluem uma melodia mais ou menos declamatória, em valores rápidos e intervalos curtos. O gênero é simples e não possuiu qualquer composição preestabelecida, quanto ao número e disposição dos versos. Um estribilho é repetido, num intervalo maior ou menor por um dos cantadores, enquanto o outro improvisa. A letra é geralmente cômica, satírica ou descritiva. O texto, com freqüência, é alterado com aliterações e onomatopéias. A dicção, por vezes complicada, torna-se mais difícil devido a rapidez com que os versos muitas vezes são improvisados. Para Euclides Formiga, o metro é "setissilábico, a redondilha maior". Já para Câmara Cascudo, a emboladatem como característica o refrão e a estrofe de seis versos. Já para Leonardo Mota, seria um martelo, com estrofe de dez versos com cinco sílabas. Nas feiras nordestinas uma das principais atrações é o encontro de dois emboladores, empunhando o pandeiro ou o ganzá, um instrumento de flandre, cheio de caroços de chumbo. Entre os principais emboladores, destaca-se a figura do alagoano Tira-Teima. Com o advento do rádio e especialmente a partir da invasão da música nordestina nos anos 40, destacaram-se diversos artistas cultores do gênero. Um dos principais nomes do gênero foi o pernambucano Manezinho Araújo, que fez grande sucesso nos anos 40 e 50 com suas emboladas, com destaque para "Veja como o coco é bom", "As metraia dos navá", "Quando a rima me fartá" e "Cuma é o nome dele", entre outras composições. Mais recentemente destacaram-se na embolada as duplas Cajú e Castanha e Terezinha e Lindalva, essa última apresentando-se no Rio de Janeiro, principalmente no Largo da Carioca.

http://www.dicionariompb.com.br


Leia a biografia no Site Oficial de Caju e Castanha


Repentistas Caju & Castanha quando crianças



Caju & Castanha - Fome Zero





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