7 de fevereiro de 2009

Português do Brasil



ADJETIVOS PÁTRIOS DOS ESTADOS BRASILEIROS

Acre – acreano
Alagoas – alagoano

Amapá – amapaense
Amazonas – amazonense ou bajé
Bahia – baiano
Brasília – brasiliense

Ceará – cearense

Espírito Santo – espírito-santense ou capixaba

Goiás – goiano

Maranhão – maranhense

Mato Grosso – mato-grossense
Mato Grosso do Sul – mato-grossense-do-sul

Pará – paraense
Paraíba – paraibano

Paraná – paranaense

Pernambuco – pernambucano
Piauí – piauiense
Rio de Janeiro (Estado) – fluminense

Rio Grande do Norte – rio-grandense-do-norte ou norte-rio-grandense ou potiguar

Rio Grande do Sul – rio-grandense-do-sul ou sul-rio-grandense ou gaúcho

Rondônia – rondoniano
Roraima – roraimense

Santa Catarina – catarinense ou catarineta ou barriga-verde

São Paulo (Estado) – paulista

Sergipe – sergipano






Os países que falam a Língua Portuguesa, Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Timor Leste acabam de oficializar uma reforma para unificar a Língua Portuguesa. Certamente cada um desses países tem falares, expressões únicas, as variantes regionais.

O Brasil tem grande pluralidade cultural e um território imenso, por isso seu Português é muito bonito e rico. Palavras de outras línguas foram incorporadas e não falta criatividade ao brasileiro para formar novas combinações com significados diversos. Existem palavras e expressões que são específicas de uma região. Fazem parte de publicações específicas: há o mineirês, o baianês., o gauchês... Aqui as variações lexicais são inúmera. Por exemplo, falar menino, moleque, guri e piá é dizer a mesma coisa, o uso depende da região em que se vive.

A respeito da Língua Portuguesa falada no Brasil, uma vez ouvi um europeu dizer: "Fiquei admirado, visitei o Brasil de Norte a Sul, seu tamanho é gigantesco e a Língua é a mesma em todo o território!" É isso mesmo, não há outra Língua Oficial. Entre brasileiros e portugueses, na fala coloquial, fica clara a preferência dos primeiros pelo uso do gerúndio ao infinitivo bem como dá próclise à ênclise. Os brasileiros dizem: "Eu estou trabalhando, então, por favor, me sirva um cafezinho! Falar assim deve doer dos ouvidos dos portugueses.

Você que fala Português e não é brasileiro saiba que no Brasil os nomes dos acidentes geográficos, montanhas e rios, os nomes de cidades, de plantas, de animais silvestres são a maioria nomes derivados da Língua Tupi-guarani. Minha cidade chama-se Alto Piquiri, porque no município corre o rio Piquiri. Piquiri é o nome de uma palmeira. Só na região onde moro há inúmeras cidades com nomes indígenas. Posso citar uma minoria: Xambrê, Goiô-Erê, Iporã, Umuarama, Maringá, Ivaté, Guairá, Foz do Iguaçu, Cascavel...



Entenda a Língua Portuguesa do Brasil aprendendo o Tupi-guarani


Linguagem popular dos Estados Brasileiros

Ouça falares brasileiros
Fluminense
Nortista
- (vários Estados brasileiros)



Músicas
Asa Branca - Luiz Gonzaga (Região Nordeste)
Florentina - Tiririca (Região Nordeste)
Futeboleiro - Carlinhos Brawn (da Bahia)
Menino da porteira - Tonico e Tinoco (falar caipira) (parte de Minas Gerais, São Paulo e Paraná)
Tempos de guri - Gaúcho da Fronteira (Rio Grande do Sul)





Falar gaúcho


(Os apresentadores do Jornal têm o falar carioca)





Dicionário de baianês









Variações Linguisticas




Postado por tbordignon@bol.com.br

30 de janeiro de 2009

Análises de Narrativas

Se você é professor de literatura, Faça uma visita para o Educablog, da Jaqueline Souza, encontrei duas análises literárias de narrativas. Veja se não é isso que você está procurando.








Memórias de um Sargento de milícias - Manuel Antonio de Almeidad

















Os Sertões - Euclides da Cunha

Luis Fernando Veríssimo


Luis Fernando Veríssimo nasceu em 26 de setembro 1936, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Filho do grande escritor Érico Veríssimo, iniciou seus estudos no Instituto Porto Alegre, tendo passado por escolas nos Estados Unidos quando morou lá, em virtude de seu pai ter ido lecionar em uma universidade da Califórnia, por dois anos. Voltou a morar nos EUA quando tinha 16 anos, tendo cursado a Roosevelt High School de Washington, onde também estudou música, sendo até hoje inseparável de seu saxofone.
Leia mais sobre sua biografia

Fonte: http://www.releituras.com


A decadência do Ocidente


O doutor ganhou uma galinha viva e chegou em casa com ela, para a alegria de toda a família. O filho mais moço, inclusive, nunca tinha visto uma galinha viva de perto. Já tinha até um nome para ela – Margarete – planos para adotá-la, enquanto ouvia do pai que a galinha seria, obviamente comida.

– Comida?!

– Sim, senhor.

– Mas se come ela?

– Ué. Você está cansado de comer galinha.

– Mas a galinha que a gente come é igual a esta aqui?

– Claro.

Na verdade o guri gostava muito de peito, de coxa, de asa, mas nunca tinha ligado as partes do animal. Ainda mais aquele animal vivo ali no meio do apartamento.

O doutor disse que queria a galinha ao molho pardo. Há anos que não comia uma galinha ao molho pardo. A empregada sabia como se preparava uma galinha ao molho pardo? A mulher foi consultar a empregada. Dali a pouco o doutor ouviu um grito de horror vindo da cozinha.

Depois veio a mulher dizer que ele esquecesse a galinha ao molho pardo.

– A empregada não sabe fazer?

– Não só não sabe fazer, como quase desmaiou quando eu disse que precisava cortar o pescoço da galinha. Nunca cortou um pescoço de galinha.

Era o cúmulo. Então a mulher que cortasse o pescoço da galinha.

– Eu?! Não mesmo!

O doutor lembrou-se de uma velha empregada de sua mãe. A dona Noca. Não só cortava pescoços de galinhas, como fazia isto com uma certa alegria assassina. A solução era a dona Noca.

– A dona Noca já morreu – disse a mulher.

– O quê?!

– Há dez anos.

– Não é possível! A última galinha ao molho pardo que comi foi feita por ela.

– Então faz mais de dez anos que você não come galinha ao molho pardo.

Alguém no edifício se disporia a degolar a galinha. Fizeram uma rápida enquête entre os vizinhos. Ninguém se animava a cortar o pescoço da galinha. Nem o Rogerinho do 701, que fazia coisas inomináveis com os gatos.

– Somos uma civilização de frouxos! – sentenciou o doutor.

Foi para o poço do edifício e repetiu:

– Frouxos! Perdemos o contato com o barro da vida!

E a Margarete só olhando.

(LUIS FERNANDO VERÍSSIMO. A mãe de Freud.

Porto Alegre, LP&M, 1985, pp. 21-22.)

Outros textos do autor



Postado por tbordignon@bol.com.br

28 de janeiro de 2009

Sugestão

Pode ser que você seja uma pessoa como eu. Como não tenho condições de viajar para longe, eu adoro ver fotos de outros países. Eu me sinto lá. Pensando nisso, decidi postar neste blog algumas fotos de minha viagem de férias, foi simples, de poucos dias, mas muito boa. Como dizem os brasileiros, se melhorar, estraga! Moro no Brasil, no Estadado do Paraná. Fui para o Estado vizinho de Santa Catarina, na cidade de Camboriú. Perto dali estão outras atrações. Quiz aproveitar todas. Fui à cidade Nova Trento, onde há um santuário dedicado a Santa Paulina, canonizada por João Paulo II em 19 de maio de 2002; ao Beto Carrero World, um parque com muitas atrações para adultos e crianças e também a Florianópolis, capital do Estado. O Brasil é imenso e eu o conheço muito pouco, mas, se algum dia você vir ao Brasil, aí está uma sugestão.



27 de janeiro de 2009

CONCURSO INÊS DE CASTRO

PARTICIPA!
PODES LER O REGULAMENTO SEGUINDO O link:

A participação no Concurso Inês de Castro está aberta a todas as escolas do 2º e 3º Ciclos e Ensino Secundário (rede pública e privada), no Continente, Madeira e Açores.
O período de inscrição decorre de 06 de Outubro a 27 de Março de 2009.
Só serão aceites as candidaturas submetidas dentro do prazo.

21 de janeiro de 2009

Prémio Literário FERREIRA DE CASTRO


http://www.apnljfc.pt

ASSOCIAÇÃO PRÉMIO NACIONAL DE LITERATURA JUVENIL FERREIRA DE CASTRO PORTUGAL
33ª Edição do Prémio Nacional de Literatura Juvenil Ferreira de Castro

33ª EDIÇÃO DO PRÉMIO NACIONAL DE LITERATURA JUVENIL
FERREIRA DE CASTRO _ [2008_2009]
DESTINADA AOS JOVENS PORTUGUESES E LUSO-DESCENDENTES
ALTO PATROCÍNIO DE SUA EXCELÊNCIA O SENHOR
PRESIDENTE DA REPÚBLICA

REGULAMENTO
Art. _1
1. - A ASSOCIAÇÃO DO PRÉMIO NACIONAL DE LITERATURA JUVENIL FERREIRA DE CASTRO, à frente designada por
APNLJFC foi constituída em 12 de Abril de 1994.
2. - A Associação do Prémio Nacional de Literatura Juvenil Ferreira de Castro é uma Associação com
carácter literário, pedagógico, cultural e recreativo, com sede na Rua Dr. Silva Lima, 3720-298 Oliveira de
Azeméis, Portugal.
3. - À Associação presidem, entre outros, os seguintes princípios:
a) – Democraticidade – Todo o pessoal docente, aluno, pessoal não docente, pais e encarregado de
educação da Escola Secundária Ferreira de Castro têm o direito de participar na vida associativa.
b) – Independência – implica a não submissão da Associação a partidos políticos, organizações
estatais, religiosas ou a quaisquer outras organizações que, pelo seu carácter, impliquem a perda de
independência dos seus membros ou dos seus órgãos representativos.
c) – Autonomia - A Associação goza de autonomia na elaboração dos respectivos estatutos e
regulamentos internos.
d) – Intercâmbio – A Associação goza do direito de promover intercâmbios e cooperações com
Associações e Organismos Nacionais e Estrangeiros, com os mesmos objectivos.
ASSOCIAÇÃO PRÉMIO NACIONAL DE LITERATURA JUVENIL FERREIRA DE CASTRO PORTUGAL
Art. _2
1. – Os objectivos da Associação são:
a) Promover, anualmente, a organização:
i) do Prémio Nacional de Literatura Juvenil Ferreira de Castro destinado aos jovens portugueses de
Portugal Continental e Regiões Autónomas, bem como, junto dos jovens portugueses e lusodescendentes
espalhados pelo Mundo, constante no presente regulamento.
ii) do Prémio de Literatura Juvenil Ferreira de Castro destinado a jovens brasileiros e luso-brasileiros
residentes dentro e fora do Brasil, constante em regulamento próprio.
iii) do Prémio de Literatura Juvenil Ferreira de Castro destinado a jovens dos Países Africanos de
Língua Oficial Portuguesa [PALOP], constante em regulamento próprio.
b) Divulgar os trabalhos premiados.
c) Promover actividades pedagógicas, culturais, recreativas e literárias que visem homenagear o Escritor
Ferreira de Castro.
d) Promover acções que visem a criatividade literária dos jovens.
e) Organizar, anualmente, as comemorações do Dia de Ferreira de Castro, bem como a Sessão Solene de
Entrega de Prémios.
f) Promover acções relacionadas com a juventude.
Art. _3
1. - Esta Associação, pelo princípio d) do ponto 3 do Art._1 e objectivos a), c) e f) do Art._ 2 do presente
regulamento promove um prémio literário junto dos jovens de Língua Oficial Portuguesa, em homenagem ao
Escritor José Maria Ferreira de Castro, natural da Freguesia de Ossela, Concelho de Oliveira de Azeméis,
Portugal.
2. – O presente regulamento destina-se a todos os jovens portugueses de Portugal Continental e Regiões
Autónomas, bem como, junto de todos jovens portugueses e luso-descendentes espalhados pelo Mundo,
sendo divulgado no site da APNLJFC http://www.apnljfc.pt, em vários órgãos de comunicação social
nacionais e internacionais e em Entidades/Instituições nacionais e internacionais
3. - Este prémio literário, nas modalidades de poesia e prosa, destina-se a revelar e divulgar valores
literários dos jovens, sendo assim um estímulo à sua capacidade criativa.
ASSOCIAÇÃO PRÉMIO NACIONAL DE LITERATURA JUVENIL FERREIRA DE CASTRO PORTUGAL
Art. _4
1.- O Prémio está dividido em dois escalões etários:
Escalão A, dos doze aos quinze anos, inclusivé;
Escalão B, dos dezasseis aos vinte anos, inclusivé.
2. – Os trabalhos apresentados a concurso terão de ser originais, pelo que não serão aceites trabalhos
premiados em outros concursos ou que já tenham sido editados.
3. - Os textos não poderão ser divulgados por quaisquer meios, total ou parcialmente, até à data da
publicação do resultado da selecção.
4.- O tema dos trabalhos apresentados a concurso é livre em cada uma das modalidades/escalão referidas
no Art._3.
5. – Os interessados poderão apresentar um número ilimitado de trabalhos.
6. - O número de páginas por trabalho é ilimitado e deve obedecer às seguintes regras de formatação:
configuração da página A4; Tipo de letra Times New Roman e/ou Arial com tamanho 11 (onze) e
espaçamento 2 (dois).
7. - O concorrente deverá entregar quatro exemplares (um original e três cópias) dactilografados ou escritos
a computador de cada trabalho, obrigatoriamente assinados com um pseudónimo, a fim de salvaguardar o
anonimato, ficando excluídos do concurso, todos os trabalhos assinados com o nome próprio do autor. É,
ainda, interdita a escolha de pseudónimo que permita ou sugira a identificação do(a) autor(a).
8. - Por cada trabalho, o(a) autor(a) deverá enviar:
a) uma fotocópia do seu Bilhete de Identidade;
b) uma folha A4, com a indicação completa do(a) nome do autor(a), morada completa, cidade,
distrito/região, país, n.º de telefone/telemóvel, endereço de correio electrónico e Estabelecimento
de Ensino que frequenta se for caso disso.
9. – De acordo com o ponto 4 do presente artigo e no que diz respeito à modalidade Poesia, se os
concorrentes enviarem mais que uma poesia, as mesmas serão agrupadas constituindo-se um conjunto de
poesias.
10. – Os trabalhos devem ser enviados, em envelope fechado, por carta registada.
Art. _5
1. - Os textos literários deverão ser enviados para a Associação do Prémio Nacional de Literatura Juvenil
Ferreira de Castro com sede na Rua Dr. Silva Lima – Lações de Cima, 3720-298 Oliveira de Azeméis -
PORTUGAL, até ao dia 13 de Março de 2009 (data do selo do correio).
ASSOCIAÇÃO PRÉMIO NACIONAL DE LITERATURA JUVENIL FERREIRA DE CASTRO PORTUGAL
Art. _6
1. - O Prémio será atribuído por um Júri, constituído pelos escritores:
- Dr.ª Matilde Rosa Araújo – Presidente do Júri
- Dr.ª Alice Vieira
- Dr. António Torrado
2. - O Júri delibera com total independência e em plena liberdade de critério, por maioria dos votos dos
seus membros cabendo, em caso de empate, à Presidente do Júri o voto de qualidade.
Art. _7
1. - As decisões do Júri serão divulgadas durante o mês de Maio de 2009.
2. – As decisões do júri serão publicadas em vários órgãos de comunicação social nacionais e
internacionais e em Entidades/Instituições nacionais e internacionais, bem como no endereço
http://www.apnljfc.pt, não se divulgando o posicionamento dos trabalhos não premiados.
Art. _8
1. - Ao autor do melhor trabalho em poesia e/ou prosa, dentro de cada Escalão etário serão atribuídos os
seguintes prémios:
- Obras de Ferreira de Castro.
- Um prémio pecuniário no valor de 500,00 €.
2. - Sempre que o entender, o Júri poderá atribuir menções honrosas.
Art. _9
1. - O Júri poderá deixar de atribuir os prémios, desde que entenda que nenhum dos trabalhos revele
qualidade literária suficiente para ser distinguido.
Art. _10
1.- Os exemplares dos trabalhos apresentados não serão devolvidos aos concorrentes.
2. – A APNLJFC reserva-se o direito de publicar os trabalhos premiados sem que haja lugar a quaisquer
direitos de autor.
3. – A candidatura ao Prémio Nacional de Literatura Juvenil Ferreira de Castro implica a aceitação do
presente Regulamento.
ASSOCIAÇÃO PRÉMIO NACIONAL DE LITERATURA JUVENIL FERREIRA DE CASTRO PORTUGAL
Art. _11
1.- Os prémios, uma vez atribuídos, serão entregues, em sessão pública, ao premiado distinguido ou à
pessoa que o represente.
2.- Na impossibilidade do cumprimento do ponto anterior, a APNLJFC enviará ao autor premiado, os
prémios a que tem direito até ao final do ano de 2009.
Art. _12
À Associação do Prémio Nacional de Literatura Juvenil Ferreira de Castro reserva-se o direito de, a todo o
tempo, alterar qualquer cláusula do presente Regulamento, dando publicidade a essas alterações pelos
meios que julgar convenientes.
Art. _13
1.- Os casos omissos e as dúvidas de interpretação deste regulamento serão resolvidas pelo Júri.
2.- Das decisões do Júri não haverá apelação.

ASSOCIAÇÃO PRÉMIO NACIONAL DE LITERATURA JUVENIL FERREIRA DE CASTRO
Rua Dr. Silva Lima – Lações de Cima
3720-298 OLIVEIRA DE AZEMÉIS
PORTUGAL
TLM: (+351) 91 4073455 FAX: (+351) 256 681314 TELEF: (+351) 256 666070
Correio electrónico: apnljfc@mail.prof2000.pt
Página electrónica: www.apnljfc.pt