13 de setembro de 2012

BOM ANO LETIVO 2012/2013






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26 de julho de 2012

11 de junho de 2012

Para ti...


Nesta carta eu te escrevo
Com todo o meu coração
Para dizer que te amo
Com toda a entoação.

És a chave do meu cofre,
Quero-te a toda a hora,
És chave da felicidade,
Se não te tenho, fico à nora!

Pode haver melhores que tu
Mas eu não os quero, não!
Tu és diferente de todos,
Tu tens o meu coração.

O tempo está a passar
E eu já não sei que fazer,
Pois só te consigo amar,
Amar até mais não querer.

Nesta carta quero que saibas
Que quem não luta pelo que é seu
Só quando é tarde demais
Se apercebe do que perdeu.

Então, antes de eu partir,
Apenas te quero dizer
Que me fizeste sorrir,
Fizeste-me enlouquecer!

És a chave deste cofre,
Um cofre ainda fechado,
És a chave de quem sofre
Por não te ter a seu lado.

Mais uma coisa vou dizer,
Antes desta carta eu fechar,
Que mesmo depois de eu ir,
Continuar-te-ei a amar.

                         Maria Leão, 9º C

Se não admitir, minto...


Meu amor,
Já não sei o que sinto.
É claro que não me és indiferente.
Se o disser, minto.


Não aguento lidar com isto,
Não me deixes desistir,

Mas começa a levar-me à exaustão
Este fingir...

Finjo que não sinto tudo aquilo que quero de ti,
Tudo aquilo que significas para mim.


Não vou aguentar muito mais tempo
Dá-me um sinal, eu preciso sentir que estás comigo.
Se não o admitir,
Eu minto...


Vem ter comigo, meu amor.
Acaba com esta incerteza,
Dá-me a felicidade,
Acaba com a minha tristeza.


Vamos viver o nosso amor,
Sei que não és de paixões,
Mas precisamos de nos dar
E unir os nossos corações.

Não digas que não podemos,
Que isso é o que eu sei.
Vamos acreditar que tudo vencemos
E que o nosso amor é lei!

                                      Ana Grazina, 9º C

Para que a minha vida volte a ter sentido...

 (Imagem retirada da net, via Google)

Chora-me a alma

Não consigo manter a calma

O alvoroço sentido dentro do meu coração

Contrasta com a calma de tudo à minha volta.

Que o amor me poupe à revolta

Por não te ter, amor, por estar na solidão

Já nem a esperança me ocorre dentro deste turbilhão.


 
Vou guardar tudo num cofre

Ponho a chave na tua mão

Só tu, na tua vontade

Só tu, na tua decisão

Podes fazer a minha vida

Voltar a ter razão.

                                          Ana Grazina, 9º C

Não vou arriscar...



Queria muito perceber o que se passa comigo
Queria muito perceber o que se passa contigo
Tento adivinhar e não consigo.

Tento somar todos os teus pequenos gestos
Para saber se todos juntos fazem muito
Muito, tal e qual eu te quero.
Muito, tal e qual eu de ti preciso.

Não consigo perceber
Queria saber
Se vamos poder viver o nosso amor
Ou se vou continuar a ter-te como amigo.

Não sei se vale a pena acreditar .
Preciso de ti
E se quisermos arriscar
Tudo destruído vai ficar...

... e tu sabes que, no fim, não vou ficar contigo
Não ganho o amor
E perdi o amigo.
Ana Grazina, 9º C